CIRIEC - Revista jurídica de economía social y cooperativa. 2023. No. 44

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    Cooperativismo y profesores del exilio. Propuestas jurídico-económicas, sociales y educativas
    (2024-02-19) Blasco Gil, Yolanda; Pavón Romero, Armando
    El cooperativismo estuvo presente en las tres secciones de la Reunión de La Habana, en 1943, a saber: “problemas de educación y de cultura”; “problemas sociales”; y “problemas jurídicos y económicos”, si bien, no con la misma extensión. Entre los presupuestos de la Reunión celebrados en la capital cubana había dos fundamentales para entender el sendero por donde transcurrió el evento. El primero consistía en abordar los problemas necesarios para la reconstrucción de España y la reorganización de las Naciones, mediante un nuevo orden jurídico internacional, según la Carta del Atlántico. El segundo presupuesto es que los trabajos, en su parte económica, estarían orientados por una economía social.
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    La proyección legislativa de los valores cooperativos. De Antonio José Macías Ruano
    (2024-02-19) Vargas Vasserot, Carlos
    La obra que recientemente se ha publicado en Dykinson “La proyección legislativa de los valores cooperativos” del profesor Antonio José Macías Ruano, es un estudio global de los denominados valores cooperativos que la Alianza Cooperativa Internacional ha fijado en la Declaración de Identidad Cooperativa de 1995. Se trata de un trabajo que, con un esquema de análisis homogéneo, va conduciendo al estudioso del Derecho cooperativo por el alcance de cada uno de los valores cooperativos, resaltando la interrelación de cada uno de ellos con los demás, así como su puesta en práctica con los distintos principios cooperativos, y cómo estos son recogidos en la legislación nacional cooperativa.
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    A tributação da Economia Social em Portugal
    (2024-02-19) Rocha, Ana Paula
    O estímulo e o desenvolvimento da economia social são reconhecidos como valores de interesse geral em Portugal, razão pela qual se encontra legalmente prevista a necessidade de fomento deste setor de atividade por parte dos poderes públicos, designadamente por via da consagração de um estatuto fiscal mais favorável para as entidades que o integram. O objetivo fulcral do presente trabalho dirige-se a analisar e a refletir de forma crítica sobre este estatuto fiscal ao nível da tributação do rendimento, do consumo e do património, de forma a compreender se a respetiva estrutura e principais regras vão de encontro às especificidades organizacionais, jurídicas e contabilísticas das diferentes entidades que compõem este setor, sem ferir os princípios da justiça e da igualdade tributárias.
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    Uma análise crítica do projeto de alteração do regime jurídico dos ramos do setor cooperativo em Portugal
    (2024-02-19) Meira, Deolinda
    O presente trabalho pretende analisar criticamente o Projeto de alteração ao regime jurídico dos ramos do setor cooperativo em Portugal, da iniciativa da Cooperativa António Sérgio para o Setor da Economia Social (CASES). De forma inovadora, o Projeto concentra a legislação dos doze ramos cooperativos num único diploma e adota como critério de organização dos mesmos o critério de participação dos membros na atividade da cooperativa, agrupando-os em cooperativas de produtores, utentes e mistas. As preocupações centrais do projeto são a definição de um estatuto jurídico para o cooperador trabalhador e a regulação das operações com terceiros. Quanto à proteção social dos cooperadores trabalhadores, defendemos uma intervenção legislativa que assegure o necessário equilíbrio entre um regime protetor e a natureza autogestionária da cooperativa. Quanto às operações com terceiros, impõe-se a eliminação da obrigatoriedade do caráter complementar de tais operações e a necessidade de repensar a solução prevista no projeto quanto os limites impostos às mesmas. A fixação de limites quanto ao montante da joia é adequada e fundamental para a preservação da identidade cooperativa.
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    Desconsideração da personalidade jurídica e cooperativas – uma abordagem preliminar de um caso específico
    (2024-02-19) Ribeiro, Maria de Fátima
    O artigo 96.5 do Código Cooperativo português estabelece que se os prejuízos do exercício de uma cooperativa forem superiores ao montante da reserva legal a diferença pode, por decisão da assembleia geral, ser exigida aos cooperadores, proporcionalmente às operações realizadas por cada um deles – não impondo aos membros da cooperativa essa participação na cobertura das perdas, que podem discricionariamente deliberar. Caso não o deliberem, os montantes correspondentes aos ganhos que esses membros tenham indevidamente auferido através das transacções realizadas com a cooperativa, à custa do património desta, serão muito provavelmente suportados pelos credores da cooperativa. Neste artigo, analisa-se a possibilidade de o recurso à desconsideração da personalidade jurídica da cooperativa poder constituir solução para a tutela dos seus credores – e, ainda, se essa será a melhor solução.
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    Membros investidores e processo fundacional da cooperativa
    (2024-02-19) Ramos, Maria Elisabete
    O presente trabalho pretende refletir sobre a natureza da intervenção de membros investidores no funcionamento da assembleia de fundadores e no processo de elaboração dos estatutos, à luz da lei portuguesa. O estudo conclui que o Código Cooperativo português aceita que os futuros membros investidores participem no processo de constituição da cooperativa, integrando a assembleia de fundadores. O respeito pela identidade cooperativa reclama que seja “limitada” a participação dos futuros membros investidores na assembleia de fundadores, cingindo-a aos direitos de estar presente e de discutir as propostas apresentadas. Também se conclui que não ofende a identidade cooperativa privar os futuros membros investidores de voto na deliberação de criação da cooperativa e de aprovação dos respetivos estatutos. O estudo defende que a criação da cooperativa e a aprovação dos estatutos dependem, pelo menos, de três votos favoráveis de fundadores-cooperadores. Por fim, conclui-se que os estatutos da cooperativa aprovados em sede de assembleia de fundadores moldam as “condições e limites da existência de membros investidores” (art. 16.º, 1, g), do Código Cooperativo) e devem respeitar as normas legais imperativas destinadas a acomodar o poder económico e políticos destes sujeitos ao núcleo essencial da iniciativa cooperativa, em particular no que diz respeito à atribuição de voto plural.
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    Ley de la cadena alimentaria, cooperativas y otras entidades asociativas agrarias. Soluciones y propuestas tras su reforma por la ley 26/2021. De Juan Fco. Juliá Igual et al
    (2024-02-19) Rodríguez González, Amalia
    La presente monografía publicada en la prestigiosa editorial Tiran lo Blanch que ahora se comenta, constituye una aportación valiosa para el sector, que aborda desde una perspectiva interdisciplinar jurídico-económica en un muy bien documentado trabajo, elaborado por expertos y expertas de la materia de las Universidades de Valencia y de Almería, las modificaciones introducidas por la Ley 12/2013 de medidas para mejorar el funcionamiento de la cadena alimentaria. El planteamiento interdisciplinar como el que la presente obra ofrece, enriquece sin duda alguna el trabajo.
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    Innovación social y elementos diferenciales de la economía social y cooperativa. De Marina Aguilar Rubio (dir.)
    (2024-02-19) Rodríguez González, Amalia
    La monografía que ahora se comenta dirigida por la profesora Marina Aguilar Rubio, y publicada por la prestigiosa editorial Marcial Pons, lleva por título: Innovación Social y elementos diferenciales de la economía social y cooperativa y es fruto de los resultados del XIV Congreso Internacional de la Red Universitaria Euro-Latinoamericana en Economía Social y Cooperativa (Rulescoop) con el título: “Identidad cooperativa: puesta en valor de los elementos diferenciales de la economía cooperativa y solidaria” organizado por el Centro de Investigación en Derecho de la Economía Social y en la Empresa Cooperativa (CIDES). La presentación de la monografía, realizada por la profesora Aguilar, hace referencia igualmente a que la presente obra es el resultado del Proyecto de I+D+i concedido al CIDES con el título: “Innovación social corporativa desde el Derecho y la Economía” (UAL SEJ- C2085) financiado por la Consejería de Transformación Económica, Industria, Conocimiento y Universidades de la Junta de Andalucía y el Programa: “Una manera de hacer Europa” del Fondo Europeo de Desarrollo Regional (FEDER) cuyo investigador principal es el catedrático Carlos Vargas Vasserot. La excelente monografía que ahora se recensiona, recoge las ponencias pronunciadas en el evento científico mencionado, así como también una selección de comunicaciones. Todas ellas tienen como autores y autoras a personas expertas en la materia.
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    The international handbook of social enterprise law: benefit corporations and other purpose-driven companies. De Henry Peter et al.
    (2024-02-19) Casado Ruiz, Yolanda Piedad
    En la actualidad, se asiste a un cambio relevante en lo que atiende a la forma en que las actividades comerciales tienen lugar, especialmente con el surgimiento de las denominadas “empresas sociales”. De este modo, en aras de comprender dicho fenómeno, es relevante atender tanto a su significado, como a su origen, y/o a los marcos legales que lo regulan en los diferentes países. El manual International Handbook of Social Enterprise Law – Benefit Corporations and Other Purpose-Driven Companies contiene los elementos anteriores, mostrando una visión multidisciplinar y holística del fenómeno. En este sentido, supone una contribución del todo relevante, al ofrecerse una imagen completa del movimiento de empresas sociales, su evolución y sus diferentes formas. También ofrece una amplia visión de las empresas sociales en todo el mundo, de manera que proporciona una perspectiva completa, mediante el análisis y descripción de las iniciativas empresariales más actuales a escala global.
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    Apresentação. Secção sobre o regime jurídico das cooperativas em Portugal
    (2024-02-19) Meira, Deolinda
    Esta secção dedicada ao regime jurídico das cooperativas em Portugal visa contribuir para a construção de respostas a alguns dos problemas e desafios com que o setor cooperativo se confronta, consolidando a reforma da legislação cooperativa iniciada em 2015.
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    Impacto de la Ley de Cadena Alimentaria en las cooperativas agrarias españolas
    (2024-02-19) García Companys, Anna
    El objetivo de este trabajo es valorar el régimen jurídico de la normativa de cadena alimentaria que se aplica a las cooperativas agrarias españolas. Desde 2013 contamos con una ley que ha ido evolucionando y modificándose, siendo de especial interés para el sujeto de nuestro estudio la última modificación de 2021. Como se verá, la norma ha pasado de excluir completamente del régimen contractual de la ley a las relaciones internas de los socios con su cooperativa a una dispensa parcial, con un régimen especial para la formalización de estas relaciones. Es por ello que trataremos de exponer el papel de las cooperativas agrarias y las obligaciones a las que están sujetas de acuerdo con la vigente normativa de cadena alimentaria, sobre todo en materia de contratación, incidiendo en aquellos aspectos que pueden suscitar conflictos societarios o bien una posición de desventaja competitiva respecto a otros operadores.
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    De la participación en resultados al accionariado asalariado en Francia
    (2024-02-19) Altzelai Uliondo, Igone
    Francia es uno de los países líderes en Europa en materia de participación financiera de los trabajadores en la empresa. Cuenta con un sistema consolidado y arraigado en la sociedad que tradicionalmente ha estado focalizado en la distribución de los resultados empresariales.Es el único país de la Unión Europea que obliga por ley a las empresas de más de cincuenta empleados) a distribuir beneficios entre los trabajadores. Para ello su ordenamiento contempla diversas fórmulas institucionalizadas (Interessement, Participation y Épargne salariale) acompañadas de incentivos de carácter fiscal y de Seguridad Social, tanto para los empresarios como para los trabajadores. No obstante, en la actualidad, se están realizando notables esfuerzos por ampliar ese enfoque y dar un mayor impulso al accionariado asalariado (actionnariat salarié) que ha tenido escasa implantación. Si bien sus orígenes se remontan a principios del siglo XX, los dispositivos de distribución de los beneficios empresariales, que en principio fueron concebidos para apoyar esa práctica, han tenido un desarrollo mucho mayor e incluso han incidido en su configuración actual. El objeto de estudio de este trabajo consiste, precisamente, en analizar y compartir algunas reflexiones sobre la experiencia francesa en materia de participación, poniendo de relieve sus potencialidades y los retos a los que se enfrenta en estos tiempos.
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    Las cooperativas en la tramitación parlamentaria de la Ley de Asociaciones de 30 de junio de 1887
    (2024-02-19) Pino Abad, Miguel
    La Ley de Asociaciones de 1887 fue esencial para el desarrollo del cooperativismo. El Consejo de Ministros, en su sesión de 29 de junio de 1886, asumió la necesidad de regular las asociaciones con un criterio liberalizador. Al mes siguiente, el ministro de la Gobernación leyó el proyecto de ley en el Congreso de los Diputados. El día 14 se constituyó la comisión que habría de dictaminarlo. Tras varios meses, el 1 de marzo de 1887 comenzó la discusión del dictamen, prolongándose hasta el 15, mientras en el Senado, después de nombrar la oportuna comisión dictaminadora, se desarrollaron los debates entre el 2 y 22 de abril. Días después se nombró una comisión mixta de diputados y senadores, donde destacó el papel de Santamaría de Paredes, quien propuso que se incluyera un nuevo párrafo en el artículo 1º dedicado, entre otros, a las cooperativas de producción, crédito o consumo. El 21 de mayo se aprobó el nuevo dictamen en el Congreso y más tarde en el Senado. Sólo restaba la firma de la ley, que se produjo el 21 de junio.  
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    Anteproyecto de norma sobre Economía Social y Solidaria en el parlamento del MERCOSUR. Análisis sociojurídico
    (2024-02-19) Guerra Aragone, Pablo Augusto
    El pasado 26 de junio de 2023 el Parlamento del Mercosur aprobó la propuesta de Declaración de interés regional de un anteproyecto de norma en Economía Social y Solidaria.En este artículo perseguimos tres propósitos: En primer lugar, se comentarán las características institucionales del MERCOSUR y las dificultades que se presentan para la armonización de sus normas. En segundo término, buscamos enmarcar esta propuesta en los diferentes dispositivos institucionales del MERCOSUR que aplican al campo de la Economía Social y Solidaria, así como en los esfuerzos realizados por parte de sus países integrantes para legislar en estas materias. Finalmente, será nuestro objetivo analizar el contenido de la norma dando cuenta de sus principales características, limitaciones y desafíos.
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    Avances en el proceso de federalización de la legislación de fomento cooperativo en México
    (2024-02-19) Rojas Herrera, Juan José
    Pese a que la adición de la fracción XXIX-N al artículo 73 de la Constitución Política de los Estados Unidos Mexicanos, publicada en agosto de 2007, establece la facultad concurrente del Congreso de la Unión y los Congresos Locales para emitir leyes de fomento cooperativo de ámbito estatal, hasta el día de hoy han sido escasos los avances logrados en esta materia, pues sólo cinco estados cuentan con una Ley propia. Tales resultados revelan el aún exiguo interés de los legisladores locales, la indiferencia de los gobiernos de los estados y la falta de propuestas y unidad de criterio del movimiento cooperativo en las distintas entidades federativas del país. Además, las leyes hasta ahora promulgadas, en tanto han imitado y reproducido el modelo legislativo de la Ciudad de México, no han logrado una adaptación creativa, realista, e innovadora a las condiciones locales de los estados en los que se emitieron.
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    Enciclopedia de derechos cooperativo, mutual y de la economía social y solidaria. De Alberto García Müller
    (2024-02-19) Naranjo Mena, Carlos
    En términos empíricos, entendemos por enciclopedia, la recopilación de conocimientos sobre varias o una materia en particular, efectuada por un conjunto de estudiosos, investigadores y redactores que, no solo sistematizan alrededor de grandes temas dichos conocimientos, sino que aportan con sus propias ideas en un ejercicio de creatividad, a partir de la información obtenida.De este intento de definición, deducimos que, son varios autores y varios temas, sobre varias o una materia y deducimos también que, el caso que ocupa estas notas, podría calificarse como sui géneris, pues, hablamos de un solo autor, de varios temas y de una sola materia, quizás en gestación, tarea que, por sí misma, implica un enorme esfuerzo, una casi devota dedicación y un resultado único y totalmente fuera de lo común.
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    Educar en competencias emprendedoras sociales. Análisis de los estudios de grado de la Universitat de València
    (2024-02-19) López Requena, Estefanía
    El objetivo del presente trabajo es conocer de qué manera se abordan las competencias emprendedoras sociales en los procesos de enseñanza de la educación universitaria y describir qué se está haciendo en los grados de la Universitat de València. Este artículo muestra los resultados de i) el análisis de contenido de los planes de estudio de grados universitarios, a través de la revisión de las memorias de verificación; ii) el pase de un cuestionario entre el alumnado universitario para conocer su percepción en el currículum realizado. Los resultados principales muestran que i) los indicadores menos mencionados son aquellos que mejor definen al emprendimiento social; ii) la distribución de indicadores por áreas de conocimiento es dispar; iii) la cantidad de formación recibida en emprendimiento social es escasa; iv) sin embargo, consideran que esta formación es importante. Finalmente, v) existe un bajo porcentaje de alumnado que se plantea emprender o emprender socialmente.